Você já se perguntou por que essa data foi escolhida para simbolizar o início de um novo ano já que não existe um dia em particular em que a Terra começou a girar ao redor do Sol?
A idéia de usar o dia primeiro de janeiro foi de Júlio César, o imperador romano, cerca de 50 anos antes do nascimento de Jesus.
Muitos calendários existiam antes de Júlio César decidir criar o calendário que usamos hoje, o calendário Juliano. Mas foi convencionado que, no novo calendário, o dia primeiro de janeiro seria o primeiro dia do ano porque era o dia em que os oficiais romanos eleitos tomavam posse de seus cargos.
Mas, mesmo com a popularização do calendário Juliano, algumas culturas continuaram a usar datas em Março e em Setembro, por exemplo, para marcar o início de seus anos.
Na Europa Medieval as comemorações de passagem de ano foram consideradas pagãs, então a igreja determinou que o ano começaria no dia 25 de dezembro, para coincidir com o dia do nascimento de Cristo.
Foi apenas em 1570 que o papa Gregório autorizou a restauração do dia primeiro de janeiro como o primeiro dia do ano.
Fonte: Hypescience
sábado, 1 de janeiro de 2011
Autonomia econômica é fundamental para diminuir violência contra as mulheres, diz futura ministra
Brasília - Só o empoderamento nos níveis econômico e político conseguirá propiciar às mulheres brasileiras uma situação de maior igualdade em relação aos homens. Para a nova ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Iriny Lopes, as políticas do governo devem ter foco nesses dois aspectos para combater a violência sofrida pelas mulheres. Antes de tomar posse, Iriny Lopes conversou com a Agência Brasil, falou sobre temas polêmicos como aborto e adoção por casais homossexuais e ressaltou o papel do Estado como garantidor dos direitos da mulheres. “Eu acho que a eleição da presidente Dilma vai estimular uma participação maior na política por parte das mulheres”, acredita Iriny que foi reeleita para seu terceiro mandato na Câmara dos Deputados, mas decidiu deixar a vaga para assumir a secretaria a convite de Dilma.
Agência Brasil: Os dados da última Pesquisa Nacional de Amostragem por Domicílios, a Pnad, do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], demonstraram que as mulheres já estão à frente de quase 22 milhões de residências brasileiras. Além disso, em 2009, enquanto o número de homens apontados na pesquisa como “referência na família” subiu 1,8%, o número de mulheres cresceu 3% em comparação a 2008. Diante dessa realidade brasileira, que políticas públicas se tornam estratégicas para o governo nesse momento?
Iriny Lopes: As políticas necessárias para enfrentar um quadro dessa natureza, obviamente, dizem respeito a criar condições para que as mulheres possam adquirir autonomia econômica, ampliar a sua participação no mercado de trabalho e melhorar efetivamente a sua renda. É preciso agregar algumas políticas sociais no sentido de dar garantia para que a família, em especial os filhos dependentes dessas mães, tenham assistência garantida, como creches, alimentação correta, e uma escola que possa recebê-los. Isso vai fazer com que esse conjunto de mulheres que cada dia se amplia mais no Brasil possa ser incorporado à produção, possa ser incorporado ao mercado de trabalho, possa garantir a sua autonomia econômica e, com isso, se firmar como cidadã com todos os seus direitos e garantias.
ABr: A mesma pesquisa demonstrou que 25% das mulheres brasileiras ainda são vítimas de violência por parte de seus companheiros ou ex-companheiros. Como assegurar a eficácia da Lei Maria da Penha, que pune com mais rigor esse tipo de violência?
Iriny: Nosso objetivo central é fazer com que o pacto da não violência, que é um dos principais programas conduzidos pela Secretaria de Políticas para Mulheres da Presidência da República, seja efetivamente ampliado e que as prefeituras e governos de estados tenham as condições efetivas de aplicação, para que lá na ponta, as mulheres sejam atendidas. Além disso, obviamente, é necessária uma boa articulação com o Judiciário e o Ministério Público no sentido do cumprimento estrito da Lei Maria da Penha para, com isso, efetivarmos no Brasil uma redução da violência praticada contra as mulheres.
ABr: Mas muitas mulheres ainda deixam de denunciar por medo de sofrer novas violências. Isso não requer do Estado órgãos e ações mais capazes de proteger essa mulher?
Iriny: O cumprimento da Lei Maria da Penha e os investimentos nas casas de passagem, nas casas abrigo são fundamentais. Mas tem duas outras questões que são complementares e indispensáveis. Uma delas é a autonomia econômica das mulheres. Muitas mulheres não fazem a denúncia porque são dependentes dos seus companheiros, ou dos familiares, pais ou irmão, que são arrimo e que a sustentam. Então, a autonomia econômica da mulher a coloca em um outro patamar. A outra questão é a informação, é a mudança de postura, é a cultura, que dê a mulher conhecimento suficiente sob os seus direitos e a quem procurar para assegurar esses direitos. A combinação de mais investimentos no acolhimento da mulher vítima de violência, a ela e a seus filhos, a autonomia econômica, e uma mudança de postura a partir do conhecimento dos seus direitos são fatores indispensáveis para que a gente possa enfrentar com êxito a redução da violência praticada contra a mulher.
ABr: A senhora acredita em posições divergentes da presidenta eleita, Dilma Rousseff, em relação a questão do aborto? Durante a campanha, Dilma revelou ser pessoalmente contra o aborto. Qual é a sua posição pessoal e que políticas cabe ao governo desenvolver em relação a esse assunto?
Iriny: As políticas do governo já estão expressas pela presidenta Dilma durante a campanha. Será cumprida a lei que garante que as mulheres não serão vítimas de sequelas ou vítimas fatais em função da questão do aborto. A posição da presidenta é uma posição de natureza pessoal que a gente respeita, assim como queremos respeitar todas as posições. Esse é um tema polêmico, em lugar nenhum do mundo ele é tranquilo. São pontos de vista diferentes. Algumas pessoas tratam essa questão a partir das suas convicções religiosas, outros tratam a partir da saúde pública. A minha opinião pessoal é que cabe à mulher decidir. Cabe à mulher decidir se ela está em condições, se ela quer, se ela deseja prosseguir com essa gravidez. Então, eu acho que isso precisa ser respeitado.
ABr: A legislação sobre adoção no país não reconhece casais homossexuais como capazes de adotar uma criança. Isso afeta diretamente as mulheres lésbicas. Qual é a posição da senhora sobre essa possibilidade e como o Poder Executivo pode influenciar para mudanças na legislação?
Iriny: Eu acho que uma criança precisa de estabilidade, afeto e cuidados, carinho. Precisa de cuidados físicos, materiais, psicológicos, e não há nenhum lugar que comprove que um casal LGBT [lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais] não possa cumprir com esses parâmetros. Eu acho que é direito deles fazer a adoção e é direito das crianças ter um lar. Essa é uma questão muito mais pertinente ao debate no Congresso do que propriamente no Executivo porque o Executivo não pode lançar programas que não estejam amparados por leis, aprovados em pleno vigor. Mas todo programa anti-homofóbico que o governo federal, nos dois governos do presidente Lula, já executa ajuda a ampliar as possibilidades de uma legislação que garanta essas adoções venha a prevalecer no Brasil.
ABr: O Poder Legislativo tem dado respostas muito lentas em relação a essa questão. O Poder Judiciário tem, inclusive, legislado na medida em que concede essas adoções e o Poder Executivo acaba indo à reboque do Legislativo. Há como ter uma celeridade maior na discussão dessas questões no Congresso ou a senhora, até como parlamentar, ainda considera que é uma questão tabu para se discutir no Congresso?
Iriny: O Congresso brasileiro reflete a sociedade brasileira. Os diversos pensamentos que permeiam a sociedade é que acabam sendo responsáveis por essa lentidão nos processos de decisão porque há os que são a favor e os que são contrários e cada grupo acaba puxando mais para o lado que está convencido de que é o melhor e isso acaba enterrando o processo de debate na Câmara. Eu acho que a sociedade precisava se movimentar mais, porque o Congresso brasileiro é movido por isso, obviamente, e não podia ser diferente. Isso é que ajudaria o Congresso a ter mais celeridade. Obviamente eu não estou me referindo a manter regras atuais da tramitação dos projetos dentro da Câmara.
ABr: Embora o Brasil tenha elegido uma mulher como presidenta, a participação feminina ainda guarda muita desigualdade em relação aos homens. Após a eleição do último dia 3, a bancada feminina na Câmara dos Deputados encolheu de 47 para 43 integrantes. Um número baixo num universo de 513 deputados. A bancada feminina no Senado terá 12 mulheres a partir de 2011 num contexto de 81 senadores. Além disso, mulheres no comando das duas Casas são raridade ou inexistem, como é o caso da Câmara. O que que é necessário fazer para mudar essa realidade no Brasil?
Iriny: Eu acho que a eleição da presidente Dilma vai estimular uma participação maior por parte das mulheres. Agora, as mulheres não participam mais por uma ausência de condições objetivas para que elas possam atuar na política. Ainda prevalece no Brasil a ideia de que a administração da casa, a condução da família, a administração da vida escolar e a manutenção e o acompanhamento da vida de saúde dos filhos é obrigação da mulher. Então, a mulher fica presa. No campo das eleições, é muito mais difícil. Eu falo como uma pessoa que já tem estrada. Eu vou assumir a Secretaria de Políticas para as Mulheres mas fui reeleita deputada federal pelo terceiro mandato, sei o quanto é difícil o financiamento de campanhas para mulheres. Nós temos muito mais dificuldade de financiamento do que os homens. Isso precisa ser alterado para que a gente possa ter condições de uma participação equânime na vida política e no empoderamento das mulheres. Entre homens e mulheres essas barreiras precisam cair.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
Agência Brasil: Os dados da última Pesquisa Nacional de Amostragem por Domicílios, a Pnad, do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística], demonstraram que as mulheres já estão à frente de quase 22 milhões de residências brasileiras. Além disso, em 2009, enquanto o número de homens apontados na pesquisa como “referência na família” subiu 1,8%, o número de mulheres cresceu 3% em comparação a 2008. Diante dessa realidade brasileira, que políticas públicas se tornam estratégicas para o governo nesse momento?
Iriny Lopes: As políticas necessárias para enfrentar um quadro dessa natureza, obviamente, dizem respeito a criar condições para que as mulheres possam adquirir autonomia econômica, ampliar a sua participação no mercado de trabalho e melhorar efetivamente a sua renda. É preciso agregar algumas políticas sociais no sentido de dar garantia para que a família, em especial os filhos dependentes dessas mães, tenham assistência garantida, como creches, alimentação correta, e uma escola que possa recebê-los. Isso vai fazer com que esse conjunto de mulheres que cada dia se amplia mais no Brasil possa ser incorporado à produção, possa ser incorporado ao mercado de trabalho, possa garantir a sua autonomia econômica e, com isso, se firmar como cidadã com todos os seus direitos e garantias.
ABr: A mesma pesquisa demonstrou que 25% das mulheres brasileiras ainda são vítimas de violência por parte de seus companheiros ou ex-companheiros. Como assegurar a eficácia da Lei Maria da Penha, que pune com mais rigor esse tipo de violência?
Iriny: Nosso objetivo central é fazer com que o pacto da não violência, que é um dos principais programas conduzidos pela Secretaria de Políticas para Mulheres da Presidência da República, seja efetivamente ampliado e que as prefeituras e governos de estados tenham as condições efetivas de aplicação, para que lá na ponta, as mulheres sejam atendidas. Além disso, obviamente, é necessária uma boa articulação com o Judiciário e o Ministério Público no sentido do cumprimento estrito da Lei Maria da Penha para, com isso, efetivarmos no Brasil uma redução da violência praticada contra as mulheres.
ABr: Mas muitas mulheres ainda deixam de denunciar por medo de sofrer novas violências. Isso não requer do Estado órgãos e ações mais capazes de proteger essa mulher?
Iriny: O cumprimento da Lei Maria da Penha e os investimentos nas casas de passagem, nas casas abrigo são fundamentais. Mas tem duas outras questões que são complementares e indispensáveis. Uma delas é a autonomia econômica das mulheres. Muitas mulheres não fazem a denúncia porque são dependentes dos seus companheiros, ou dos familiares, pais ou irmão, que são arrimo e que a sustentam. Então, a autonomia econômica da mulher a coloca em um outro patamar. A outra questão é a informação, é a mudança de postura, é a cultura, que dê a mulher conhecimento suficiente sob os seus direitos e a quem procurar para assegurar esses direitos. A combinação de mais investimentos no acolhimento da mulher vítima de violência, a ela e a seus filhos, a autonomia econômica, e uma mudança de postura a partir do conhecimento dos seus direitos são fatores indispensáveis para que a gente possa enfrentar com êxito a redução da violência praticada contra a mulher.
ABr: A senhora acredita em posições divergentes da presidenta eleita, Dilma Rousseff, em relação a questão do aborto? Durante a campanha, Dilma revelou ser pessoalmente contra o aborto. Qual é a sua posição pessoal e que políticas cabe ao governo desenvolver em relação a esse assunto?
Iriny: As políticas do governo já estão expressas pela presidenta Dilma durante a campanha. Será cumprida a lei que garante que as mulheres não serão vítimas de sequelas ou vítimas fatais em função da questão do aborto. A posição da presidenta é uma posição de natureza pessoal que a gente respeita, assim como queremos respeitar todas as posições. Esse é um tema polêmico, em lugar nenhum do mundo ele é tranquilo. São pontos de vista diferentes. Algumas pessoas tratam essa questão a partir das suas convicções religiosas, outros tratam a partir da saúde pública. A minha opinião pessoal é que cabe à mulher decidir. Cabe à mulher decidir se ela está em condições, se ela quer, se ela deseja prosseguir com essa gravidez. Então, eu acho que isso precisa ser respeitado.
ABr: A legislação sobre adoção no país não reconhece casais homossexuais como capazes de adotar uma criança. Isso afeta diretamente as mulheres lésbicas. Qual é a posição da senhora sobre essa possibilidade e como o Poder Executivo pode influenciar para mudanças na legislação?
Iriny: Eu acho que uma criança precisa de estabilidade, afeto e cuidados, carinho. Precisa de cuidados físicos, materiais, psicológicos, e não há nenhum lugar que comprove que um casal LGBT [lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais] não possa cumprir com esses parâmetros. Eu acho que é direito deles fazer a adoção e é direito das crianças ter um lar. Essa é uma questão muito mais pertinente ao debate no Congresso do que propriamente no Executivo porque o Executivo não pode lançar programas que não estejam amparados por leis, aprovados em pleno vigor. Mas todo programa anti-homofóbico que o governo federal, nos dois governos do presidente Lula, já executa ajuda a ampliar as possibilidades de uma legislação que garanta essas adoções venha a prevalecer no Brasil.
ABr: O Poder Legislativo tem dado respostas muito lentas em relação a essa questão. O Poder Judiciário tem, inclusive, legislado na medida em que concede essas adoções e o Poder Executivo acaba indo à reboque do Legislativo. Há como ter uma celeridade maior na discussão dessas questões no Congresso ou a senhora, até como parlamentar, ainda considera que é uma questão tabu para se discutir no Congresso?
Iriny: O Congresso brasileiro reflete a sociedade brasileira. Os diversos pensamentos que permeiam a sociedade é que acabam sendo responsáveis por essa lentidão nos processos de decisão porque há os que são a favor e os que são contrários e cada grupo acaba puxando mais para o lado que está convencido de que é o melhor e isso acaba enterrando o processo de debate na Câmara. Eu acho que a sociedade precisava se movimentar mais, porque o Congresso brasileiro é movido por isso, obviamente, e não podia ser diferente. Isso é que ajudaria o Congresso a ter mais celeridade. Obviamente eu não estou me referindo a manter regras atuais da tramitação dos projetos dentro da Câmara.
ABr: Embora o Brasil tenha elegido uma mulher como presidenta, a participação feminina ainda guarda muita desigualdade em relação aos homens. Após a eleição do último dia 3, a bancada feminina na Câmara dos Deputados encolheu de 47 para 43 integrantes. Um número baixo num universo de 513 deputados. A bancada feminina no Senado terá 12 mulheres a partir de 2011 num contexto de 81 senadores. Além disso, mulheres no comando das duas Casas são raridade ou inexistem, como é o caso da Câmara. O que que é necessário fazer para mudar essa realidade no Brasil?
Iriny: Eu acho que a eleição da presidente Dilma vai estimular uma participação maior por parte das mulheres. Agora, as mulheres não participam mais por uma ausência de condições objetivas para que elas possam atuar na política. Ainda prevalece no Brasil a ideia de que a administração da casa, a condução da família, a administração da vida escolar e a manutenção e o acompanhamento da vida de saúde dos filhos é obrigação da mulher. Então, a mulher fica presa. No campo das eleições, é muito mais difícil. Eu falo como uma pessoa que já tem estrada. Eu vou assumir a Secretaria de Políticas para as Mulheres mas fui reeleita deputada federal pelo terceiro mandato, sei o quanto é difícil o financiamento de campanhas para mulheres. Nós temos muito mais dificuldade de financiamento do que os homens. Isso precisa ser alterado para que a gente possa ter condições de uma participação equânime na vida política e no empoderamento das mulheres. Entre homens e mulheres essas barreiras precisam cair.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
Defesa Civil alerta para risco de chuva em Minas até segunda-feira
Brasília – Boletim da Defesa Civil de Minas Gerais publicado hoje (1º) alerta para a “possibilidade de eventos adversos” no estado nos primeiros dias do ano. A informação meteorológica é que uma frente fria permanecerá sobre o estado até segunda-feira (3) e poderá provocar chuvas em Ipatinga, Governador Valadares, Caratinga, Mucuri, Campo das Vertentes e nas regiões da Zona da Mata e do Baixo Jequitinhonha.
O Centro de Prevenção de Tempo e Estudos Climáticos (Ceptec), ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), informa que poderá ocorrer pancadas de chuvas hoje nas cidades do Triângulo Mineiro. Também pode chover no sudeste do estado.
Nos últimos 15 dias, 13 municípios mineiros comunicaram à Defesa Civil a ocorrência de desastres como vendavais, enxurradas, inundações e deslizamentos. Nesse período, 11 cidades decretaram situação de emergência
No Espírito Santo, também castigado pelas chuvas dos últimos dias, a previsão do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) é que vai chover hoje no sul do estado e na região serrana. Segundo o Incaper, a partir de amanhã as chuvas deverão cessar.
Na última quinta-feira (30), a Secretaria Nacional de Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional, liberou mil cestas de alimentos para as pessoas atingidas pelas chuvas em 27 municípios do estado.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
O Centro de Prevenção de Tempo e Estudos Climáticos (Ceptec), ligado ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), informa que poderá ocorrer pancadas de chuvas hoje nas cidades do Triângulo Mineiro. Também pode chover no sudeste do estado.
Nos últimos 15 dias, 13 municípios mineiros comunicaram à Defesa Civil a ocorrência de desastres como vendavais, enxurradas, inundações e deslizamentos. Nesse período, 11 cidades decretaram situação de emergência
No Espírito Santo, também castigado pelas chuvas dos últimos dias, a previsão do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) é que vai chover hoje no sul do estado e na região serrana. Segundo o Incaper, a partir de amanhã as chuvas deverão cessar.
Na última quinta-feira (30), a Secretaria Nacional de Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional, liberou mil cestas de alimentos para as pessoas atingidas pelas chuvas em 27 municípios do estado.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
Dilma toma posse como primeira presidenta do Brasil
Brasília - Economista, Dilma Vana Rousseff toma posse hoje (1º) como presidenta da República, a primeira mulher a ocupar o mais alto cargo executivo no país. Dilma herda de seu antecessor Luiz Inácio Lula da Silva um país estruturado em torno de um projeto de crescimento econômico com distribuição de renda, mas ainda com graves problemas de infraestrutura e de desigualdades sociais.
O Brasil de Dilma apresenta fundamentos econômicos consolidados, mas que exigem ajustes para evitar o descontrole da inflação e suas consequências sobre a atividade produtiva e o poder de compra dos assalariados. O Produto Interno Bruto (PIB) é um dos maiores da história e a renda per capita é de US$ 10 mil.
O Brasil é um dos líderes mundiais na produção de alimentos graças ao desenvolvimento de conhecimento e de novas tecnologias. O número de pessoas com diploma universitário, de acordo com o Censo da Educação Superior de 2009, é de cerca de 6 milhões de pessoas. Desse total, 75% dos alunos estão nas instituições privadas, setor que se tornou um parceiro importante.
No entanto, o analfabetismo ainda preocupa. A taxa de analfabetismo na população com mais de 15 anos caiu de 11,6% para 9,7%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) referentes a 2003 e 2009, uma redução muito lenta diante de um programa específico para cuidar do assunto.
Para o economista Armando Castelar, coordenador da área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV),o Brasil precisa investir no mínimo o equivalente a 20% do PIB.
“Não houve no governo Lula nenhum ano em que a taxa de investimento chegou a 20% do PIB, taxa atingida pelo Brasil somente em 1994. Somente em 2008, tivemos um crescimento acima de 18%. Nos demais anos de Lula, o investimento ficou abaixo desse percentual”, lembrou Castelar.
Superar esse percentual de investimento é mais urgente para o governo Dilma do que foi para o governo Lula, diante do dinamismo alcançado pela economia brasileira nos últimos oito anos. “Conseguir aumentar essa taxa de investimento é uma tarefa que se faz a cada dia mais urgente para tornar sustentável nosso crescimento econômico. O governo de Dilma terá que dar um jeito para esse desafio que não é recente. É um desafio antigo”, explicou Castelar.
Ele observou, entretanto, que Dilma assume o país com um nível de confiança dos investidores muito maior do que existia em 2003, primeiro ano de Lula. “Em 2003, os investidores sabiam que o presidente era aquele que, no PT, chegou a defender um plebiscito sobre o calote das dívidas interna e externa”, disse o professor. “Hoje, essa preocupação não existe mais”, acrescentou.
A manutenção da austeridade econômica no governo Lula, na opinião de Castelar, foi fundamental para criar essa confiança. “O tempo serviu para mostrar que as políticas macroeconômicas implantadas pelo presidente Fernando Henrique Cardoso não eram apenas políticas de governo, mas medidas que teriam que ser tomadas por qualquer um que estivesse no cargo. Essa manutenção foi muito importante”, considerou.
Outro ponto positivo para o Brasil é uma situação inédita de solidez em seu posicionamento no mercado internacional. “Nesses oito anos do governo Lula, o Brasil soube aproveitar os altos preços das commodities e, com isso, construiu uma situação que lhe permitiu fazer frente à crise do mercado externo em 2008 e 2009. Hoje, a solidez da situação do Brasil no mercado internacional é bem maior do que a que existia em 2003”, avaliou.
Embora a presidenta eleita tenha protagonizado um governo com medidas de estímulo ao consumo, principalmente nos últimos dois anos, a equipe econômica de Dilma foi anunciada em meio a perspectivas de contenção de gastos para os próximos dois anos, pelo menos. A preocupação de conter a inflação continua.
Confirmado para permanecer no cargo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já avisou que o governo passará a atuar de forma contracionista no que se refere à área fiscal (ou gastos públicos). O ministro informou que a orientação é continuar o controle da inflação administrada pelo sistema de metas. A expectativa é que a inflação continue em 4,5% até 2012. O governo que reduzir os gastos, principalmente de custeio, e aumentar a poupança pública.
“No período da crise nós aumentamos gastos e reduzimos o primário para viabilizar a rápida recuperação da economia brasileira. Agora, superada a crise, vamos recuar e reduzir os gastos”, declarou Mantega, ao anunciar sua permanência na pasta.
Fonte: Agência Brasil
O Brasil de Dilma apresenta fundamentos econômicos consolidados, mas que exigem ajustes para evitar o descontrole da inflação e suas consequências sobre a atividade produtiva e o poder de compra dos assalariados. O Produto Interno Bruto (PIB) é um dos maiores da história e a renda per capita é de US$ 10 mil.
O Brasil é um dos líderes mundiais na produção de alimentos graças ao desenvolvimento de conhecimento e de novas tecnologias. O número de pessoas com diploma universitário, de acordo com o Censo da Educação Superior de 2009, é de cerca de 6 milhões de pessoas. Desse total, 75% dos alunos estão nas instituições privadas, setor que se tornou um parceiro importante.
No entanto, o analfabetismo ainda preocupa. A taxa de analfabetismo na população com mais de 15 anos caiu de 11,6% para 9,7%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) referentes a 2003 e 2009, uma redução muito lenta diante de um programa específico para cuidar do assunto.
Para o economista Armando Castelar, coordenador da área de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV),o Brasil precisa investir no mínimo o equivalente a 20% do PIB.
“Não houve no governo Lula nenhum ano em que a taxa de investimento chegou a 20% do PIB, taxa atingida pelo Brasil somente em 1994. Somente em 2008, tivemos um crescimento acima de 18%. Nos demais anos de Lula, o investimento ficou abaixo desse percentual”, lembrou Castelar.
Superar esse percentual de investimento é mais urgente para o governo Dilma do que foi para o governo Lula, diante do dinamismo alcançado pela economia brasileira nos últimos oito anos. “Conseguir aumentar essa taxa de investimento é uma tarefa que se faz a cada dia mais urgente para tornar sustentável nosso crescimento econômico. O governo de Dilma terá que dar um jeito para esse desafio que não é recente. É um desafio antigo”, explicou Castelar.
Ele observou, entretanto, que Dilma assume o país com um nível de confiança dos investidores muito maior do que existia em 2003, primeiro ano de Lula. “Em 2003, os investidores sabiam que o presidente era aquele que, no PT, chegou a defender um plebiscito sobre o calote das dívidas interna e externa”, disse o professor. “Hoje, essa preocupação não existe mais”, acrescentou.
A manutenção da austeridade econômica no governo Lula, na opinião de Castelar, foi fundamental para criar essa confiança. “O tempo serviu para mostrar que as políticas macroeconômicas implantadas pelo presidente Fernando Henrique Cardoso não eram apenas políticas de governo, mas medidas que teriam que ser tomadas por qualquer um que estivesse no cargo. Essa manutenção foi muito importante”, considerou.
Outro ponto positivo para o Brasil é uma situação inédita de solidez em seu posicionamento no mercado internacional. “Nesses oito anos do governo Lula, o Brasil soube aproveitar os altos preços das commodities e, com isso, construiu uma situação que lhe permitiu fazer frente à crise do mercado externo em 2008 e 2009. Hoje, a solidez da situação do Brasil no mercado internacional é bem maior do que a que existia em 2003”, avaliou.
Embora a presidenta eleita tenha protagonizado um governo com medidas de estímulo ao consumo, principalmente nos últimos dois anos, a equipe econômica de Dilma foi anunciada em meio a perspectivas de contenção de gastos para os próximos dois anos, pelo menos. A preocupação de conter a inflação continua.
Confirmado para permanecer no cargo, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, já avisou que o governo passará a atuar de forma contracionista no que se refere à área fiscal (ou gastos públicos). O ministro informou que a orientação é continuar o controle da inflação administrada pelo sistema de metas. A expectativa é que a inflação continue em 4,5% até 2012. O governo que reduzir os gastos, principalmente de custeio, e aumentar a poupança pública.
“No período da crise nós aumentamos gastos e reduzimos o primário para viabilizar a rápida recuperação da economia brasileira. Agora, superada a crise, vamos recuar e reduzir os gastos”, declarou Mantega, ao anunciar sua permanência na pasta.
Fonte: Agência Brasil
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Balsas com fogos para o réveillon chegam em Copacabana
As balsas com fogos para o réveillon começaram a chegar em Copacabana nesta sexta-feira (31). De acordo com a Capitania dos Portos, as embarcações deverão estar devidamente posicionadas e fundeadas até as 14h.
A fiscalização feita pela Capitania dos Portos deve começar às 15h. Eles vão conferir o posicionamento das embarcações, que devem estar cerca de 400 metros de distância da beira do mar. Cada uma das 11 balsas possui 2.250 bombas. A queima de fogos deve durar cerca de 16 a 20 minutos.
Neste ano, a Prefeitura promete um réveillon inesquecível em Copacabana. O show de luzes no céu será sincronizado com uma trilha sonora especial. A logomarca Rio 2016 também será lançada na noite do dia 31. A imagem vai ser projetada em um telão de LED, com mais de 150 metros quadrados.
Fonte: Agência Rio
A fiscalização feita pela Capitania dos Portos deve começar às 15h. Eles vão conferir o posicionamento das embarcações, que devem estar cerca de 400 metros de distância da beira do mar. Cada uma das 11 balsas possui 2.250 bombas. A queima de fogos deve durar cerca de 16 a 20 minutos.
Neste ano, a Prefeitura promete um réveillon inesquecível em Copacabana. O show de luzes no céu será sincronizado com uma trilha sonora especial. A logomarca Rio 2016 também será lançada na noite do dia 31. A imagem vai ser projetada em um telão de LED, com mais de 150 metros quadrados.
Fonte: Agência Rio
Brasileiro Marílson Gomes dos Santos vence a São Silvestre
São Paulo - A tradicional corrida de São Silvestre foi vencida este ano pelo brasileiro Marílson Gomes dos Santos, tricampeão da prova (2003, 2005 e 2010). Marílson fez o tempo de 44 minutos e 03 segundos, sendo seguido pelos quenianos Barnabas Kiplagat Kosgei e James Kipsang Kwambai, campeão no ano passado. Marílson Gomes dos Santos é o brasileiro com mais títulos na prova desde que ela se tornou internacional.
A prova feminina foi vencida pela queniana Alice Jemeli Timbilili, que já tinha vencido a São Silvestre em 2007. Timbilili ganhou com o tempo de 50 minutos e 19 segundos, cravando o recorde da São Silvestre entre as mulheres. A segunda colocada foi a brasileira Simone Alves da Silva . A terceira posição também foi ocupada por uma queniana, Eunice Kirwa.
Na modalidade cadeirantes, o vencedor da prova foi Fernando Aranha, pentacampeão da São Silvestre, com o tempo de 46 minutos e 20 segundos, apenas quatro segundos antes de Jaciel Antonio Paulino, segundo colocado. A terceira posição foi ocupada por Carlos Neves de Souza.
Fonte: Agência Brasil
A prova feminina foi vencida pela queniana Alice Jemeli Timbilili, que já tinha vencido a São Silvestre em 2007. Timbilili ganhou com o tempo de 50 minutos e 19 segundos, cravando o recorde da São Silvestre entre as mulheres. A segunda colocada foi a brasileira Simone Alves da Silva . A terceira posição também foi ocupada por uma queniana, Eunice Kirwa.
Na modalidade cadeirantes, o vencedor da prova foi Fernando Aranha, pentacampeão da São Silvestre, com o tempo de 46 minutos e 20 segundos, apenas quatro segundos antes de Jaciel Antonio Paulino, segundo colocado. A terceira posição foi ocupada por Carlos Neves de Souza.
Fonte: Agência Brasil
Corrida de São Silvestre terá 21 mil atletas na edição deste ano
Cerca de 21 mil pessoas vão participar nesta sexta-feira (31) da tradicional Corrida de São Silvestre, que ocorre há 86 anos em São Paulo. Segundo os organizadores, participarão da prova representantes de todos os estados brasileiros e do Distrito Federal, além de corredores internacionais, representados principalmente pelos favoritos quenianos, entre eles, James Kwambai, atual bicampeão da prova.
Entre os destaques do Brasil na prova masculina estão o bicampeão Marílson Gomes dos Santos, Damião Ancelmo de Souza, que ganhou 11 das 17 provas de rua que disputou nesta temporada, e o mineiro Franck Caldeira, último campeão brasileiro da São Silvestre, em 2006.
Pelo lado das mulheres, que representam pouco mais de 18% do total de inscritos para a prova, as atletas brasileiras favoritas ao título são Marily dos Santos, que conquistou a terceira posição no ano passado e Maria Zeferina Baldaia, vencedora em 2001.
Os pelotões de elite masculino e feminino terão 142 atletas, sendo 114 deles brasileiros. Na elite, os estrangeiros são provenientes do Quênia, da Tanzânia, Etiópia, do Marrocos, da Colômbia, do Uruguai, Chile e Equador.
A São Silvestre tem 15 quilômetros de percurso e terá início às 14h45, em frente ao prédio do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, com a largada dos cadeirantes. Cinco minutos depois é dada a largada para atletas com deficiência e, às 16h30, tem início a prova para a elite feminina. Às 16h47, a prova começa para a elite masculina e demais categorias.
Entre os destaques do Brasil na prova masculina estão o bicampeão Marílson Gomes dos Santos, Damião Ancelmo de Souza, que ganhou 11 das 17 provas de rua que disputou nesta temporada, e o mineiro Franck Caldeira, último campeão brasileiro da São Silvestre, em 2006.
Pelo lado das mulheres, que representam pouco mais de 18% do total de inscritos para a prova, as atletas brasileiras favoritas ao título são Marily dos Santos, que conquistou a terceira posição no ano passado e Maria Zeferina Baldaia, vencedora em 2001.
Os pelotões de elite masculino e feminino terão 142 atletas, sendo 114 deles brasileiros. Na elite, os estrangeiros são provenientes do Quênia, da Tanzânia, Etiópia, do Marrocos, da Colômbia, do Uruguai, Chile e Equador.
A São Silvestre tem 15 quilômetros de percurso e terá início às 14h45, em frente ao prédio do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, com a largada dos cadeirantes. Cinco minutos depois é dada a largada para atletas com deficiência e, às 16h30, tem início a prova para a elite feminina. Às 16h47, a prova começa para a elite masculina e demais categorias.
Lula decide não extraditar Battisti, anuncia Amorim
Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu hoje (31) não extraditar o ex-ativista italiano Cesare Battisti, anunciou o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim. A decisão foi baseada em parecer da Advocacia-Geral da União (AGU), feito com base nos termos da Constituição brasileira, nas convenções internacionais sobre direitos humanos e do tratado de extradição entre o Brasil e a Itália.
Agora, caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF) expedir alvará de soltura do ex-ativista. É um ato formal de execução da decisão do presidente da República.
Desde março de 2007, Battisti está preso preventivamente no Presídio da Papuda, em Brasília. O caso gerou polêmicas no Brasil e na Itália. Para especialistas, o processo de extradição envolvendo o ex-ativista está repleto de vícios jurídicos.
Ex-dirigente dos Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), grupo extremista que atuou na Itália nas décadas 60 e 70, Cesare Battisti, de 52 anos, é acusado de participação em uma série de crimes.
O ex-ativista foi condenado à prisão perpétua à revelia na Itália por quatro homicídios cometidos pelo PAC entre 1977 e 1979. Ele nega as acusações. Jamais cumpriu pena no país, deixando a Itália rumo à França e depois ao Brasil.
Fonte: Agência Brasil
Agora, caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF) expedir alvará de soltura do ex-ativista. É um ato formal de execução da decisão do presidente da República.
Desde março de 2007, Battisti está preso preventivamente no Presídio da Papuda, em Brasília. O caso gerou polêmicas no Brasil e na Itália. Para especialistas, o processo de extradição envolvendo o ex-ativista está repleto de vícios jurídicos.
Ex-dirigente dos Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), grupo extremista que atuou na Itália nas décadas 60 e 70, Cesare Battisti, de 52 anos, é acusado de participação em uma série de crimes.
O ex-ativista foi condenado à prisão perpétua à revelia na Itália por quatro homicídios cometidos pelo PAC entre 1977 e 1979. Ele nega as acusações. Jamais cumpriu pena no país, deixando a Itália rumo à França e depois ao Brasil.
Fonte: Agência Brasil
Mau tempo pode fazer Dilma desfilar em carro fechado, mas esquema da posse está mantido
Brasília – A Esplanada dos Ministérios, por onde a presidenta eleita, Dilma Rousseff, desfilará amanhã (1º), já está preparada para a festa. Se a chuva persistir, o trajeto em carro aberto – um Rolls-Royce – será substituído por um automóvel coberto. Dilma e o vice-presidente eleito, Michel Temer, sairão, em carros separados, por volta das 14h15, da Catedral rumo ao Congresso Nacional, depois ao Palácio do Planalto e em seguida ao Itamaraty.
A expectativa é que cerca de 1,7 mi pessoas compareçam ao Congresso, número que deve ser semelhante no Planalto, e cerca de 2,5 mil ao coquetel que será oferecido no Itamaraty. No Congresso, Dilma fará o compromisso constitucional, quando dará a palavra que vai honrar e desempenhar da melhor forma possível o cargo de presidente da República. Ela pretende fazer um discurso de 40 minutos.
Em seguida, Dilma e Temer vão para o Planalto. Na rampa do palácio, Dilma será recebida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por volta das 16h30. No parlatório, que fica do lado de fora do prédio, Dilma recebe a faixa presidencial de Lula. No local, ela faz um discurso à nação, no qual deve relacionar suas prioridades e compromissos para os quatro anos de gestão.
O parlatório fica de frente para a Praça dos Três Poderes, onde deverá estar a maior concentração de pessoas de toda a Esplanada dos Ministérios. Ainda no Planalto, Dilma dará posse ao novo ministério e posa para a foto oficial com a toda a equipe. Convidados estrangeiros e brasileiros poderão acompanhar, mas não terão tempo para cumprimentá-la.
Os apertos de mão e eventuais abraços e beijos ficarão para o coquetel no Itamaraty – na chamada Sala Duas Épocas, que fica no 3º andar. Porém, cada autoridade terá, no máximo, 30 segundos para conversar com a presidenta.
No Itamaraty, o coquetel para cerca de 50 autoridades estrangeiras e mais de 2 mil brasileiras serão servidos vinho nacional – da Casa Valduga -, refrigerantes, sucos e pratos leves. A previsão é que as comemorações acabem por volta das 21h.
Fonte; Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Imagem: Google
A expectativa é que cerca de 1,7 mi pessoas compareçam ao Congresso, número que deve ser semelhante no Planalto, e cerca de 2,5 mil ao coquetel que será oferecido no Itamaraty. No Congresso, Dilma fará o compromisso constitucional, quando dará a palavra que vai honrar e desempenhar da melhor forma possível o cargo de presidente da República. Ela pretende fazer um discurso de 40 minutos.
Em seguida, Dilma e Temer vão para o Planalto. Na rampa do palácio, Dilma será recebida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por volta das 16h30. No parlatório, que fica do lado de fora do prédio, Dilma recebe a faixa presidencial de Lula. No local, ela faz um discurso à nação, no qual deve relacionar suas prioridades e compromissos para os quatro anos de gestão.
O parlatório fica de frente para a Praça dos Três Poderes, onde deverá estar a maior concentração de pessoas de toda a Esplanada dos Ministérios. Ainda no Planalto, Dilma dará posse ao novo ministério e posa para a foto oficial com a toda a equipe. Convidados estrangeiros e brasileiros poderão acompanhar, mas não terão tempo para cumprimentá-la.
Os apertos de mão e eventuais abraços e beijos ficarão para o coquetel no Itamaraty – na chamada Sala Duas Épocas, que fica no 3º andar. Porém, cada autoridade terá, no máximo, 30 segundos para conversar com a presidenta.
No Itamaraty, o coquetel para cerca de 50 autoridades estrangeiras e mais de 2 mil brasileiras serão servidos vinho nacional – da Casa Valduga -, refrigerantes, sucos e pratos leves. A previsão é que as comemorações acabem por volta das 21h.
Fonte; Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Recursos do FGTS para habitação e infraestrutura aumentaram R$ 26 bilhões em um ano
Brasília - O volume de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aplicados em programas de habitação popular, saneamento, infraestrutura urbana e operações de mercado cresceu 55,5% em um ano. O valor passou de R$ 47,96 bilhões, em 2009, para R$ 74,62 bilhões em 2010.
Os dados foram apresentados hoje (29) pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Segundo ele, o resultado dos investimentos significa mais geração de emprego. “A cada um milhão de reais investido pelo FGTS, geram-se 65 empregos diretos e indiretos”, explicou Lupi.
O orçamento de aplicação do fundo foi dividido em R$ 50,8 bilhões para financiamento tradicional – que inclui habitação, saneamento e infraestrutura – e cerca de R$ 23,7 bilhões para operações de mercado, no Fundo de Investimentos do FGTS
Fonte: Agência Brasil
Os dados foram apresentados hoje (29) pelo ministro do Trabalho, Carlos Lupi. Segundo ele, o resultado dos investimentos significa mais geração de emprego. “A cada um milhão de reais investido pelo FGTS, geram-se 65 empregos diretos e indiretos”, explicou Lupi.
O orçamento de aplicação do fundo foi dividido em R$ 50,8 bilhões para financiamento tradicional – que inclui habitação, saneamento e infraestrutura – e cerca de R$ 23,7 bilhões para operações de mercado, no Fundo de Investimentos do FGTS
Fonte: Agência Brasil
Lula diz que dará decisão final sobre Battisti hoje
Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse há pouco, em Salvador (BA), que não teme represálias da Itália caso o Brasil conceda asilo político ao ex-ativista italiano Cesare Battisti. Lula afirmou que dará amanhã (30) a palavra final sobre o assunto, após receber parecer da Advocacia-geral da União (AGU).
“O Brasil é soberano. não temo represália da Itália. Quem vai fazer represália ao Brasil?. Não existe represália. Cada um [país] faz o que quiser, e sempre respeitaremos uma decisão soberana de outro país”, afirmou Lula após evento de entrega de casas do programa Minha Casa, Minha Vida na capital baiana.
O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a extradição de Battisti, que responde a vários processos na Itália e está preso no Brasil, mas deixou a decisão para o presidente da República. Acusado de quatro homicídios, Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
“O Brasil é soberano. não temo represália da Itália. Quem vai fazer represália ao Brasil?. Não existe represália. Cada um [país] faz o que quiser, e sempre respeitaremos uma decisão soberana de outro país”, afirmou Lula após evento de entrega de casas do programa Minha Casa, Minha Vida na capital baiana.
O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a extradição de Battisti, que responde a vários processos na Itália e está preso no Brasil, mas deixou a decisão para o presidente da República. Acusado de quatro homicídios, Battisti foi condenado à prisão perpétua na Itália.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
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Pesquisa revela que 69,2% dos brasileiros esperam governo positivo de Dilma
Brasília – A presidenta eleita Dilma Rousseff assumirá a chefia do Executivo com boa expectativa entre os brasileiros: 27,7% acreditam que ela fará ótimo governo e 41,5% esperam uma boa administração. É o que mostra a 110ª Pesquisa CNT/Sensus, que foi divulgada hoje (29). Um governo regular é aguardado por 17,6% dos entrevistados, 3,7% acreditam que será ruim e 2,7%, péssimo.
A saúde pública foi indicada por 46% dos entrevistados como o problema prioritário que Dilma Rousseff precisará enfrentar. A porcentagem é duas vezes maior que a do problema apontado em segundo lugar, a educação pública (19,5%). Em seguida, vêm violência urbana (15,1%); geração de empregos (9,2%); habitação (3,1%); transporte público (2,8%); estradas (1,5%); e saneamento (1,3%).
A expectativa para a economia no governo Dilma também é boa: 43,7% acham que o Brasil crescerá muito nos próximos anos, 39,8% que se desenvolverá um pouco e 7,5% acham que não haverá crescimento. Na área social, a expectativa é muito semelhante: 43% acham que haverá um grande avanço, 39,8% esperam desenvolvimento moderado e 8% acham que não haverá avanços.
Grande parte dos brasileiros (65%) acredita que Dilma dará continuidade ao governo Lula, enquanto 23% dos entrevistados discordam dessa possibilidade. Os entrevistados também foram ouvidos sobre a influência de Lula na formação do ministério de Dilma: 27,5% acreditam que os ministros foram indicados principalmente por Lula, 24,8% que foi Dilma quem indicou, 18,7% atribuem a escolha aos partidos da coligação e 16,7% ao PT. A maioria dos entrevistados (69%) considerou a formação ministerial entre regular e ótima.
Entre as reformas sociais aguardadas no governo Dilma, a mais esperada é a trabalhista (28,7%), seguida pela política (20,9%); tributária (11,5%); previdenciária (10,1%); judiciária (9,4%) e agrária (7,4%).
A pesquisa CNT/Sensus ouviu 2 mil pessoas em 136 municípios de 24 estados, entre os dias 23 e 27 de dezembro. A margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
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A saúde pública foi indicada por 46% dos entrevistados como o problema prioritário que Dilma Rousseff precisará enfrentar. A porcentagem é duas vezes maior que a do problema apontado em segundo lugar, a educação pública (19,5%). Em seguida, vêm violência urbana (15,1%); geração de empregos (9,2%); habitação (3,1%); transporte público (2,8%); estradas (1,5%); e saneamento (1,3%).
A expectativa para a economia no governo Dilma também é boa: 43,7% acham que o Brasil crescerá muito nos próximos anos, 39,8% que se desenvolverá um pouco e 7,5% acham que não haverá crescimento. Na área social, a expectativa é muito semelhante: 43% acham que haverá um grande avanço, 39,8% esperam desenvolvimento moderado e 8% acham que não haverá avanços.
Grande parte dos brasileiros (65%) acredita que Dilma dará continuidade ao governo Lula, enquanto 23% dos entrevistados discordam dessa possibilidade. Os entrevistados também foram ouvidos sobre a influência de Lula na formação do ministério de Dilma: 27,5% acreditam que os ministros foram indicados principalmente por Lula, 24,8% que foi Dilma quem indicou, 18,7% atribuem a escolha aos partidos da coligação e 16,7% ao PT. A maioria dos entrevistados (69%) considerou a formação ministerial entre regular e ótima.
Entre as reformas sociais aguardadas no governo Dilma, a mais esperada é a trabalhista (28,7%), seguida pela política (20,9%); tributária (11,5%); previdenciária (10,1%); judiciária (9,4%) e agrária (7,4%).
A pesquisa CNT/Sensus ouviu 2 mil pessoas em 136 municípios de 24 estados, entre os dias 23 e 27 de dezembro. A margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Projeto que reduz pena de preso estudante está pronto para o Plenário
Já está pronto para inclusão na pauta do plenário da Câmara projeto (PL 7824/10) aprovado pelo Senado que permite descontar da pena o tempo que o condenado em regime fechado ou semiaberto dedica aos estudos. A redução será na razão de menos um dia de prisão para cada 12 horas de frequência escolar.
O projeto determina ainda que o tempo a ser resgatado pelo presidiário será acrescido de um terço no caso de conclusão do ensino fundamental, médio ou superior durante o cumprimento da pena. O preso impossibilitado, por acidente, de prosseguir no trabalho ou nos estudos continuará a beneficiar-se com a remição da pena.
Se o preso cometer uma falta grave, o juiz poderá revogar até um terço do tempo descontado, recomeçando a contagem a partir da data da infração disciplinar.
A Lei de Execução Penal já prevê o abatimento de um dia de pena para cada três dias trabalhados, mas é omissa em relação ao condenado que estuda, deixando a concessão da remição de pena a critério do juiz.
Foi para preencher essa lacuna que o senador Cristóvam Buarque (PDT-DF) apresentou a proposta. Podem ser descontadas as atividades de ensino fundamental, médio, profissionalizante, superior, ou ainda de requalificação profissional. O estudo poderá ocorrer de forma presencial ou a distância.
Outras propostas
O projeto do Senado tramita em conjunto com outros semelhantes, sendo o principal deles o PL 4230/04, de autoria do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). Ele lembra que quem cumpre pena em regime fechado estudará no próprio presídio. Já quem é beneficiário do semiaberto poderá estudar dentro ou fora do estabelecimento penal.
Pompeo de Mattos acredita que o estudo também vai ajudar na progressão de regime, que ficará a critério do juiz.
O criminalista Délio Lins e Silva Júnior destacou a importância social da proposta. "Quando se fala em benefício a preso, a população fica preocupada. O que temos que levar em consideração é que nosso sistema penal é totalmente falido e que amanhã este preso de hoje estará entre nós. Então, o objetivo maior de ressocializar, que é a função maior da pena, é pensando na própria população."
Segundo o especialista, vários estados fazem convênios com os órgãos de execução penal. Ele cita o caso de Brasília, onde existe preso cursando faculdade sem que os demais alunos saibam que se trata de um egresso do sistema penitenciário. A ideia, segundo Délio Lins e Silva Júnior, é evitar a discriminação.
Integra da proposta:
PL-7824/2010
Fonte: Agência Câmara
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
O projeto determina ainda que o tempo a ser resgatado pelo presidiário será acrescido de um terço no caso de conclusão do ensino fundamental, médio ou superior durante o cumprimento da pena. O preso impossibilitado, por acidente, de prosseguir no trabalho ou nos estudos continuará a beneficiar-se com a remição da pena.
Se o preso cometer uma falta grave, o juiz poderá revogar até um terço do tempo descontado, recomeçando a contagem a partir da data da infração disciplinar.
A Lei de Execução Penal já prevê o abatimento de um dia de pena para cada três dias trabalhados, mas é omissa em relação ao condenado que estuda, deixando a concessão da remição de pena a critério do juiz.
Foi para preencher essa lacuna que o senador Cristóvam Buarque (PDT-DF) apresentou a proposta. Podem ser descontadas as atividades de ensino fundamental, médio, profissionalizante, superior, ou ainda de requalificação profissional. O estudo poderá ocorrer de forma presencial ou a distância.
Outras propostas
O projeto do Senado tramita em conjunto com outros semelhantes, sendo o principal deles o PL 4230/04, de autoria do deputado Pompeo de Mattos (PDT-RS). Ele lembra que quem cumpre pena em regime fechado estudará no próprio presídio. Já quem é beneficiário do semiaberto poderá estudar dentro ou fora do estabelecimento penal.
Pompeo de Mattos acredita que o estudo também vai ajudar na progressão de regime, que ficará a critério do juiz.
O criminalista Délio Lins e Silva Júnior destacou a importância social da proposta. "Quando se fala em benefício a preso, a população fica preocupada. O que temos que levar em consideração é que nosso sistema penal é totalmente falido e que amanhã este preso de hoje estará entre nós. Então, o objetivo maior de ressocializar, que é a função maior da pena, é pensando na própria população."
Segundo o especialista, vários estados fazem convênios com os órgãos de execução penal. Ele cita o caso de Brasília, onde existe preso cursando faculdade sem que os demais alunos saibam que se trata de um egresso do sistema penitenciário. A ideia, segundo Délio Lins e Silva Júnior, é evitar a discriminação.
Integra da proposta:
PL-7824/2010
Fonte: Agência Câmara
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
Desmoronamento interdita trecho da BR-060 que dá acesso a Goiânia
Brasília - A pista da BR-060, sentido Brasília (DF) – Goiânia (GO), está interditada na altura do km 24, nas proximidades de Alexânia, devido à queda de uma barreira, que provocou o desmoronamento de um trecho da rodovia. Técnicos e o diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, foram ao local para vistoriar a estrutura da pista. De acordo com o órgão, não há registro de vítimas, e o desabamento do aterro, que abriu um buraco na rodovia, foi provocado pela chuva de ontem (28).
A suspeita do Dnit é de que, com a chuva, houve um aumento do fluxo de água a partir de uma nascente localizada abaixo ou próxima ao aterro. O trecho onde houve o desmoronamento está localizado em um vale ao lado de um despenhadeiro de cerca de 50 metros. Há, por lá, diversos corredores de água.
“Essa obra deve demorar 180 dias para ser concluída, a um custo estimado entre R$ 8 milhões e R$ 10 milhões. Enquanto as obras estiverem sendo executadas, um desvio deverá ser ativado”, disse Pagot, sem precisar quando o desvio começará a funcionar.
Segundo ele, foi descartada a possibilidade de usar a pista de sentido oposto para desviar o tráfego, por haver risco de a estrutura também ter sido afetada.
As rotas alternativas, sugeridas pelo Dnit para quem vai de Brasília a Goiânia, são as rodovias BR-070 (Brasília-Cocalzinho), a BR-040 e a BR-414 (Cocalzinho-Anápolis). Essa última rota aumenta a distância em aproximadamente 45 quilômetros.
“Os motoristas que forem viajar para Alexânia, Abadiânia, Anápolis e região deverão pegar a BR- 070, por Águas Lindas de Goiás, e seguir sentido Cocalzinho. Quem for para Goiânia, além desse caminho, poderá pegar a BR-040, como quem vai para Caldas Novas. Em determinado trevo na rodovia estadual, poderá fazer a opção por Goiânia”, informou o inspetor André Alves, da Polícia Rodoviária Federal.
Fonte: Agência Brasil
A suspeita do Dnit é de que, com a chuva, houve um aumento do fluxo de água a partir de uma nascente localizada abaixo ou próxima ao aterro. O trecho onde houve o desmoronamento está localizado em um vale ao lado de um despenhadeiro de cerca de 50 metros. Há, por lá, diversos corredores de água.
“Essa obra deve demorar 180 dias para ser concluída, a um custo estimado entre R$ 8 milhões e R$ 10 milhões. Enquanto as obras estiverem sendo executadas, um desvio deverá ser ativado”, disse Pagot, sem precisar quando o desvio começará a funcionar.
Segundo ele, foi descartada a possibilidade de usar a pista de sentido oposto para desviar o tráfego, por haver risco de a estrutura também ter sido afetada.
As rotas alternativas, sugeridas pelo Dnit para quem vai de Brasília a Goiânia, são as rodovias BR-070 (Brasília-Cocalzinho), a BR-040 e a BR-414 (Cocalzinho-Anápolis). Essa última rota aumenta a distância em aproximadamente 45 quilômetros.
“Os motoristas que forem viajar para Alexânia, Abadiânia, Anápolis e região deverão pegar a BR- 070, por Águas Lindas de Goiás, e seguir sentido Cocalzinho. Quem for para Goiânia, além desse caminho, poderá pegar a BR-040, como quem vai para Caldas Novas. Em determinado trevo na rodovia estadual, poderá fazer a opção por Goiânia”, informou o inspetor André Alves, da Polícia Rodoviária Federal.
Fonte: Agência Brasil
Índice que reajusta aluguéis fecha o ano com alta de 11,32%
São Paulo - O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e usado como base para o reajuste de contratos de aluguel, encerrou o mês de dezembro em 0,69%, menos da metade da taxa de novembro (1,45%). No acumulado dos últimos 12 meses, o IGP-M atinge 11,32%, muito acima da variação registrada em 2009, quando houve deflação de 1,71%.
Na comparação mensal, a perda na velocidade de alta ocorreu apenas em um dos três componentes da taxa, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) com variação de 0,63% ante 1,84%. Entre os principais motivos para esse movimento no setor atacadista estão os produtos agrícolas, cuja taxa passou de 3,92%, em novembro, para 1,66%. Os itens bovinos subiram 1,62% ante 11,42%, a soja em grão teve variação de 2,58% ante 9,72%, e o milho em grão, de 4,41% ante 9,54%.
Nos demais indicadores que formam o IGP-M, ocorreram avanços acima das taxas registradas em novembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ficou em 0,92% ante 0,81% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) aumentou de 0,36% para 0,59%. No acumulado do ano, o INCC atingiu 7,58%.O que mais puxou a alta de novembro para dezembro foi o salário de pedreiros e outros profissionais, cuja taxa aumentou de 0,59% para 1,08%. Desde janeiro, a mão de obra teve elevação de 9,91%, acima da média no setor.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
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Na comparação mensal, a perda na velocidade de alta ocorreu apenas em um dos três componentes da taxa, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) com variação de 0,63% ante 1,84%. Entre os principais motivos para esse movimento no setor atacadista estão os produtos agrícolas, cuja taxa passou de 3,92%, em novembro, para 1,66%. Os itens bovinos subiram 1,62% ante 11,42%, a soja em grão teve variação de 2,58% ante 9,72%, e o milho em grão, de 4,41% ante 9,54%.
Nos demais indicadores que formam o IGP-M, ocorreram avanços acima das taxas registradas em novembro. O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) ficou em 0,92% ante 0,81% e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) aumentou de 0,36% para 0,59%. No acumulado do ano, o INCC atingiu 7,58%.O que mais puxou a alta de novembro para dezembro foi o salário de pedreiros e outros profissionais, cuja taxa aumentou de 0,59% para 1,08%. Desde janeiro, a mão de obra teve elevação de 9,91%, acima da média no setor.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
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População brasileira está entre as que têm baixa incidência de cáries
Brasília - O Brasil está entre os países cuja população tem baixa incidência de cáries. Metade das crianças brasileiras com 12 anos não tem cárie, e 17,5 milhões de brasileiros passaram a ir ao dentista entre 2003 e 2008. Parte disso se deve ao aumento de investimentos feitos pelo governo federal em programas de saúde bucal. Os dados constam da Pesquisa Nacional de Saúde Bucal (SB Brasil 2010), apresentada hoje (28) pelo ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
“São números que impressionam. Aumentamos de R$ 56 milhões para R$ 600 milhões o investimento na área e criamos emprego para 20 mil odontólogos. Foram 5,5 mil novos consultórios odontológicos. Começamos com 51 e ano que vem chegaremos a 160 consultórios móveis [para atender as localidades mais remotas]. São 20 mil equipes de saúde bucal”, disse o ministro.
O objetivo principal da pesquisa – que abrange 177 municípios de todas as unidades federativas do país – é o de conhecer as condições de saúde bucal da população brasileira em 2010 e manter uma base de dados eletrônica que subsidiará a Política Nacional de Saúde Bucal.
Dessa forma, o governo pretende reorganizar a prática e a qualificação das ações e serviços em saúde bucal, visando a ampliar o acesso ao tratamento odontológico gratuito aos brasileiros. “Essa pesquisa ajudará, ainda, na otimização da aplicação de recursos públicos no setor, de forma a melhor planejarmos as próximas ações”, afirmou o coordenador nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca.
A pesquisa tem por base um índice da Organização Mundial da Saúde (OMS), denominado CPO. Ele identifica a incidência de cáries, próteses e obturações em cada pessoa entrevistada. Com os avanços recentes, o Brasil passou a integrar o grupo de países com baixa prevalência de cárie.
Para estar nesse grupo, o indicador CPO tem de estar entre 1,2 e 2,6. Na América do Sul, apenas quatro países ocuparam esse patamar: Chile (1,9), Brasil e Venezuela (2,1) e Colômbia (2,3). Em 2003, o Brasil registrava um índice de 2,8. Atualmente, esse índice está em 2,1.
“Avançamos em todas as regiões, exceto na Região Norte, devido a características particulares e peculiaridades”, disse Pucca, referindo-se à constatação de que tecnologias com portabilidade mais adequados – aparelhos menores para serem usados em nas unidades móveis – deverão ser levadas em consideração nas próximas ações. “Esse é um problema a ser resolvido [pelo próximo governo]”, acrescentou Temporão.
Outros problemas a serem solucionados são a capacidade de produção de próteses, que encontra-se abaixo da demanda, e o atendimento a crianças de até 5 anos, que ainda têm dentes de leite. Enquanto o Sistema Único de Saúde (SUS) tem condições de produzir apenas 500 mil próteses, há uma demanda de 3 milhões de próteses totais (dentes superiores e inferiores) e de 4 milhões para próteses parciais.
“Esses continuarão sendo nossos desafios. Para a questão da prótese, a solução pode ser uma parceria com a iniciativa privada", disse o ministro. Segundo a pesquisa, 80% das crianças até 5 anos, com dente de leite, ainda não tiveram tratamento. "Isso também precisa ser melhorado, apesar de termos reduzido em 17% a incidência de cáries em dentes de leite”, acrescentou.
De acordo com a pesquisa, entre os adolescentes de 15 e 19 anos houve redução de 30% do CPO, de 2003 a 2010. Nessa faixa, 18 milhões de dentes deixaram de ser atacados pela cárie. Além disso, caiu de 27% para 13% o número de adolescentes que sofreram algum tipo de perda dentária. No grupo de adultos, com idade entre 35 e 44 anos, a queda do CPO foi de 19% em sete anos, passando de 20,1 para 16,3.
Na comparação entre 2002 e novembro de 2010, o número de equipes foi ampliado de 4.261 para 20.300, atendendo 85% dos municípios. Em 2002, apenas 41% deles tinham o serviço.
O governo distribuiu, ainda, 72 milhões de kits de saúde bucal contendo escova e pasta de dente, e o número de dentistas trabalhando em postos de saúde foi ampliado de 40.205 para 59.258. Atualmente, 30% dos dentistas do país trabalham no programa.
Fonte: Agência Brasil
“São números que impressionam. Aumentamos de R$ 56 milhões para R$ 600 milhões o investimento na área e criamos emprego para 20 mil odontólogos. Foram 5,5 mil novos consultórios odontológicos. Começamos com 51 e ano que vem chegaremos a 160 consultórios móveis [para atender as localidades mais remotas]. São 20 mil equipes de saúde bucal”, disse o ministro.
O objetivo principal da pesquisa – que abrange 177 municípios de todas as unidades federativas do país – é o de conhecer as condições de saúde bucal da população brasileira em 2010 e manter uma base de dados eletrônica que subsidiará a Política Nacional de Saúde Bucal.
Dessa forma, o governo pretende reorganizar a prática e a qualificação das ações e serviços em saúde bucal, visando a ampliar o acesso ao tratamento odontológico gratuito aos brasileiros. “Essa pesquisa ajudará, ainda, na otimização da aplicação de recursos públicos no setor, de forma a melhor planejarmos as próximas ações”, afirmou o coordenador nacional de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca.
A pesquisa tem por base um índice da Organização Mundial da Saúde (OMS), denominado CPO. Ele identifica a incidência de cáries, próteses e obturações em cada pessoa entrevistada. Com os avanços recentes, o Brasil passou a integrar o grupo de países com baixa prevalência de cárie.
Para estar nesse grupo, o indicador CPO tem de estar entre 1,2 e 2,6. Na América do Sul, apenas quatro países ocuparam esse patamar: Chile (1,9), Brasil e Venezuela (2,1) e Colômbia (2,3). Em 2003, o Brasil registrava um índice de 2,8. Atualmente, esse índice está em 2,1.
“Avançamos em todas as regiões, exceto na Região Norte, devido a características particulares e peculiaridades”, disse Pucca, referindo-se à constatação de que tecnologias com portabilidade mais adequados – aparelhos menores para serem usados em nas unidades móveis – deverão ser levadas em consideração nas próximas ações. “Esse é um problema a ser resolvido [pelo próximo governo]”, acrescentou Temporão.
Outros problemas a serem solucionados são a capacidade de produção de próteses, que encontra-se abaixo da demanda, e o atendimento a crianças de até 5 anos, que ainda têm dentes de leite. Enquanto o Sistema Único de Saúde (SUS) tem condições de produzir apenas 500 mil próteses, há uma demanda de 3 milhões de próteses totais (dentes superiores e inferiores) e de 4 milhões para próteses parciais.
“Esses continuarão sendo nossos desafios. Para a questão da prótese, a solução pode ser uma parceria com a iniciativa privada", disse o ministro. Segundo a pesquisa, 80% das crianças até 5 anos, com dente de leite, ainda não tiveram tratamento. "Isso também precisa ser melhorado, apesar de termos reduzido em 17% a incidência de cáries em dentes de leite”, acrescentou.
De acordo com a pesquisa, entre os adolescentes de 15 e 19 anos houve redução de 30% do CPO, de 2003 a 2010. Nessa faixa, 18 milhões de dentes deixaram de ser atacados pela cárie. Além disso, caiu de 27% para 13% o número de adolescentes que sofreram algum tipo de perda dentária. No grupo de adultos, com idade entre 35 e 44 anos, a queda do CPO foi de 19% em sete anos, passando de 20,1 para 16,3.
Na comparação entre 2002 e novembro de 2010, o número de equipes foi ampliado de 4.261 para 20.300, atendendo 85% dos municípios. Em 2002, apenas 41% deles tinham o serviço.
O governo distribuiu, ainda, 72 milhões de kits de saúde bucal contendo escova e pasta de dente, e o número de dentistas trabalhando em postos de saúde foi ampliado de 40.205 para 59.258. Atualmente, 30% dos dentistas do país trabalham no programa.
Fonte: Agência Brasil
É difícil de acreditar, mas as duas meninas da foto, com onze anos de idade, e a bebê de três meses são trigêmeas
É difícil de acreditar, mas as duas meninas da foto, com onze anos de idade, e a bebê de três meses são trigêmeas. Mas as crianças, Bethony, Megand e Ryleigh são exatamente isso.
Elas foram concebidos no mesmo dia, mas Ryleigh só nasceu 11 anos depois de suas irmãs gêmeas. Isso foi possível porque os embriões fertilizados de Bethony e Megand foram implantados em 1998, enquanto Ryleigh permaneceu congelada. É um caso único, já que não temos conhecimento de outra situação na qual irmãos gêmeos nascem com tanto tempo de diferença.
Problemas no útero reduziram a chance da mãe dos trigêmeos, a Sra. Sheperd, de ficar grávida. Então ela procurou ajuda médica. 24 óvulos foram fertilizados, 14 embriões vingaram, dois foram inicialmente implantados e outros 12 foram congelados. As meninas que nasceram da gravidez inicial cresceram e se tornaram saudáveis.
Depois de nove anos os pais resolveram ter outro bebê e foram para a mesma clínica, pretendendo usar os embriões congelados. Apesar de haver o risco de rejeição depois de um embrião ficar tanto tempo congelado, Ryleigh nasceu saudável – mesmo que 11 anos depois de suas irmãs. Segundo a Sra. Sheperd, ela é um bebê saudável, feliz e com muito apetite
Fonte: Hypescience
Elas foram concebidos no mesmo dia, mas Ryleigh só nasceu 11 anos depois de suas irmãs gêmeas. Isso foi possível porque os embriões fertilizados de Bethony e Megand foram implantados em 1998, enquanto Ryleigh permaneceu congelada. É um caso único, já que não temos conhecimento de outra situação na qual irmãos gêmeos nascem com tanto tempo de diferença.
Problemas no útero reduziram a chance da mãe dos trigêmeos, a Sra. Sheperd, de ficar grávida. Então ela procurou ajuda médica. 24 óvulos foram fertilizados, 14 embriões vingaram, dois foram inicialmente implantados e outros 12 foram congelados. As meninas que nasceram da gravidez inicial cresceram e se tornaram saudáveis.
Depois de nove anos os pais resolveram ter outro bebê e foram para a mesma clínica, pretendendo usar os embriões congelados. Apesar de haver o risco de rejeição depois de um embrião ficar tanto tempo congelado, Ryleigh nasceu saudável – mesmo que 11 anos depois de suas irmãs. Segundo a Sra. Sheperd, ela é um bebê saudável, feliz e com muito apetite
Fonte: Hypescience
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Ministro critica retrospectiva da Veja por “má vontade e preconceito”
O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage Sobrinho, criticou a retrospectiva de 2010 da revista Veja, afirmando que alguns dos textos, principalmente o editorial, não corresponde à realidade. “Apesar de não surpreender a ninguém que haja acompanhado as edições da sua revista nos últimos anos, o número 52 do ano de 2010, dito de 'Balanço dos 8 anos de Lula', conseguiu superar-se como confirmação final da cegueira a que a má vontade e o preconceito acabam por conduzir”, disse.
Segundo o ministro, a retrospectiva não reflete o índice de 80% de aprovação do governo Lula. “Qualquer leitor que não tenha desembarcado diretamente de Marte na noite anterior haverá de perguntar-se 'de que país a Veja está falando?'. E, se o leitor for um brasileiro e não integrar aquela ínfima minoria de 4% que avalia o Governo Lula como ruim ou péssimo, haverá de enxergar-se um completo idiota, pois pensava que o Governo Lula fora ótimo, bom ou regular”
A revista diz que Governo Lula é apontado como "o mais corrupto da República", afirmação rebatida pelo ministro. “Será ele o mais corrupto porque foi o primeiro Governo da República que colocou a Polícia Federal no encalço dos corruptos, a ponto de ter suas operações criticadas por expor aquelas pessoas à execração pública? Ou por ser o primeiro que levou até governadores à cadeia, um deles, aliás, objeto de matéria nesta mesma edição de Veja, à página 81?”, contesta.
Ao finalizar o texto, Jorge Hage Sobrinho pede ao editor que sua resposta seja publicada na próxima edição da revista.
Fonte: Comunique-se
Segundo o ministro, a retrospectiva não reflete o índice de 80% de aprovação do governo Lula. “Qualquer leitor que não tenha desembarcado diretamente de Marte na noite anterior haverá de perguntar-se 'de que país a Veja está falando?'. E, se o leitor for um brasileiro e não integrar aquela ínfima minoria de 4% que avalia o Governo Lula como ruim ou péssimo, haverá de enxergar-se um completo idiota, pois pensava que o Governo Lula fora ótimo, bom ou regular”
A revista diz que Governo Lula é apontado como "o mais corrupto da República", afirmação rebatida pelo ministro. “Será ele o mais corrupto porque foi o primeiro Governo da República que colocou a Polícia Federal no encalço dos corruptos, a ponto de ter suas operações criticadas por expor aquelas pessoas à execração pública? Ou por ser o primeiro que levou até governadores à cadeia, um deles, aliás, objeto de matéria nesta mesma edição de Veja, à página 81?”, contesta.
Ao finalizar o texto, Jorge Hage Sobrinho pede ao editor que sua resposta seja publicada na próxima edição da revista.
Fonte: Comunique-se
Proposta sobre crimes virtuais ainda é polêmica na Câmara
Mesmo depois de mais dez anos de tramitação no Congresso, permanecem as controvérsias sobre o projeto que trata dos crimes cibernéticos (PL 84/99). O ponto mais polêmico do texto, que foi aprovado pela Câmara em 2003 e voltou do Senado em 2008, é a obrigatoriedade de os provedores armazenarem por até três anos as informações de conexão dos usuários. Embora o projeto tramite em regime de urgênciaRegime de tramitação que dispensa prazos e formalidades regimentais, para que a proposição seja votada rapidamente. Nesse regime, os projetos tramitam simultaneamente nas comissões - e não em uma cada de vez, como na tramitação normal. Para tramitar nesse regime é preciso a aprovação, pelo Plenário, de requerimento apresentado por: 1/3 dos deputados; líderes que representem esse número ou 2/3 dos integrantes de uma das comissões que avaliarão a proposta. Alguns projetos já tramitam automaticamente em regime de urgência, como os que tratam de acordos internacionais., as comissões que tratam do tema não chegaram a votar seus pareceres até o final deste ano. Com isso, a votação ficou para a próxima legislaturaEspaço de tempo durante o qual os legisladores exercem seu poder. No Brasil, a duração da legislatura é de quatro anos.
O substitutivo apresentado em novembro pelo relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), obriga provedores tanto de acesso quanto de conteúdo a armazenar informações como IP (número que identifica uma conexão à internet), data e hora da conexão. Os provedores de acesso realizam a conexão do usuário à rede de computadores e podem oferecer também serviços associados, como e-mail, hospedagem de sites e blogs. Já os provedores de conteúdo fornecem conteúdo para distribuição online.
A versão do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) determina essa obrigação apenas aos provedores de acesso. Consta também do texto que veio do Senado a tipificação das condutas a serem consideradas crimes virtuais, como disseminação de código malicioso e distribuição de informações sigilosas.
Como o texto do Senado obriga provedores a guardar informações de tráfego (sobre quem se conectou com quem, a que horas, por quanto tempo etc.), o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), integrante da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, reclama que a lei permitirá a essas empresas quebrar o sigilo dos usuários sem autorização judicial. “Além disso, o texto não prevê como as informações devem ser armazenadas”, criticou. Teixeira avalia que, diante dessas incoerências, o projeto “dificilmente vai prosperar na Câmara”.
Emendas supressivas
Teixeira enfatiza que há também problemas regimentais com o relatório de Regis Oliveira. Como já foi aprovado na Câmara e modificado no Senado, “o texto agora poderia receber somente emendas supressivas”, explicou.
O relator na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, deputado Julio Semeghini (PSDB-SP), concorda que a versão atual não tem condições de ser aprovada: "Teria de ser construído um texto, parte da Câmara, parte do Senado, que, mesmo assim, precisaria de alguns destaques supressivosEspécie de destaque cujo objetivo é suprimir parte de uma proposição. A supressão só será feita se a matéria destacada for efetivamente rejeitada em votação posterior à do texto principal. ", sustenta. Estamos tentando construir esse acordo com o deputado Paulo Teixeira, com o PT e com o Ministério da Justiça."
Para viabilizar a aprovação, Regis Oliveira se diz disposto a modificar seu relatório. Ele pode, por exemplo, suprimir a parte que obriga provedores a guardar os dados. "Vamos tipificar os crimes e deixar o resto para depois; isso passa facilmente na Câmara, podemos até aprovar o texto original do Senado", propõe.
Preservação de dados
Semeghini, entretanto, questiona os argumentos contrários à preservação dos dados de acesso. "Dizem que não querem que seja quebrada a privacidade do cidadão, mas o que acontece é exatamente o contrário", afirma.
O parlamentar lembra que hoje os provedores já podem armazenar todos os dados de conexão, e "a grande maioria guarda". No entanto, ressalta "guardam de qualquer jeito", porque não há regra para garantir que isso seja feito em lugar seguro.
Sendo assim, destaca, "quando vazam essas informações, não é responsabilidade de ninguém, e na verdade a privacidade do cidadão já está quebrada". E o pior, em sua opinião, é que repassam esses dados para órgãos investigativos sem autorização do juiz. "O que queremos é assegurar a privacidade. Quando for caracterizado um crime, e o juiz autorizar, o acesso será permitido apenas às informações de tráfego", enfatiza.
A necessidade de mandado judicial para que investigadores tenham acesso aos dados dos usuários da internet foi suprimida do texto por Regis de Oliveira. Ele próprio, no entanto, reconhece que a alteração "é questionável". "Isso também é discutível", afirma.
Especialista em Direito Digital, o advogado Alexandre Atheniense também considera importante preservar as informações de acesso, pois sem eles não há como definir a autoria em caso de crime. No entanto, na sua opinião, é mais importante aprovar a tipificação dos crimes.
Fonte: Agência Câmara
O substitutivo apresentado em novembro pelo relator do projeto na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), obriga provedores tanto de acesso quanto de conteúdo a armazenar informações como IP (número que identifica uma conexão à internet), data e hora da conexão. Os provedores de acesso realizam a conexão do usuário à rede de computadores e podem oferecer também serviços associados, como e-mail, hospedagem de sites e blogs. Já os provedores de conteúdo fornecem conteúdo para distribuição online.
A versão do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) determina essa obrigação apenas aos provedores de acesso. Consta também do texto que veio do Senado a tipificação das condutas a serem consideradas crimes virtuais, como disseminação de código malicioso e distribuição de informações sigilosas.
Como o texto do Senado obriga provedores a guardar informações de tráfego (sobre quem se conectou com quem, a que horas, por quanto tempo etc.), o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), integrante da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, reclama que a lei permitirá a essas empresas quebrar o sigilo dos usuários sem autorização judicial. “Além disso, o texto não prevê como as informações devem ser armazenadas”, criticou. Teixeira avalia que, diante dessas incoerências, o projeto “dificilmente vai prosperar na Câmara”.
Emendas supressivas
Teixeira enfatiza que há também problemas regimentais com o relatório de Regis Oliveira. Como já foi aprovado na Câmara e modificado no Senado, “o texto agora poderia receber somente emendas supressivas”, explicou.
O relator na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática, deputado Julio Semeghini (PSDB-SP), concorda que a versão atual não tem condições de ser aprovada: "Teria de ser construído um texto, parte da Câmara, parte do Senado, que, mesmo assim, precisaria de alguns destaques supressivosEspécie de destaque cujo objetivo é suprimir parte de uma proposição. A supressão só será feita se a matéria destacada for efetivamente rejeitada em votação posterior à do texto principal. ", sustenta. Estamos tentando construir esse acordo com o deputado Paulo Teixeira, com o PT e com o Ministério da Justiça."
Para viabilizar a aprovação, Regis Oliveira se diz disposto a modificar seu relatório. Ele pode, por exemplo, suprimir a parte que obriga provedores a guardar os dados. "Vamos tipificar os crimes e deixar o resto para depois; isso passa facilmente na Câmara, podemos até aprovar o texto original do Senado", propõe.
Preservação de dados
Semeghini, entretanto, questiona os argumentos contrários à preservação dos dados de acesso. "Dizem que não querem que seja quebrada a privacidade do cidadão, mas o que acontece é exatamente o contrário", afirma.
O parlamentar lembra que hoje os provedores já podem armazenar todos os dados de conexão, e "a grande maioria guarda". No entanto, ressalta "guardam de qualquer jeito", porque não há regra para garantir que isso seja feito em lugar seguro.
Sendo assim, destaca, "quando vazam essas informações, não é responsabilidade de ninguém, e na verdade a privacidade do cidadão já está quebrada". E o pior, em sua opinião, é que repassam esses dados para órgãos investigativos sem autorização do juiz. "O que queremos é assegurar a privacidade. Quando for caracterizado um crime, e o juiz autorizar, o acesso será permitido apenas às informações de tráfego", enfatiza.
A necessidade de mandado judicial para que investigadores tenham acesso aos dados dos usuários da internet foi suprimida do texto por Regis de Oliveira. Ele próprio, no entanto, reconhece que a alteração "é questionável". "Isso também é discutível", afirma.
Especialista em Direito Digital, o advogado Alexandre Atheniense também considera importante preservar as informações de acesso, pois sem eles não há como definir a autoria em caso de crime. No entanto, na sua opinião, é mais importante aprovar a tipificação dos crimes.
Fonte: Agência Câmara
Estudantes sobem rampa do Palácio do Planalto em protesto contra reajuste de parlamentares
Brasília – Em uma manifestação contra o aumento dos parlamentares, estudantes subiram hoje (27) a rampa do Palácio do Planalto, com cartazes e gritos de protesto. Eles permaneceram sentados no local durante cerca de 20 minutos, depois de terem sido impedidos de chegar ao topo pela segurança presidencial e a Polícia Militar.
A manifestação começou em frente ao Congresso Nacional e, de acordo com o aluno Lucas Brito, faz parte de uma mobilização estudantil nacional contra o aumento aprovado pelos parlamentares no último dia 15. Além dos salários de deputados e senadores, terão reajuste os de ministros, e do presidente e vice-presidente da República.
“O objetivo não é invadir prédio público, mas reivindicar o direito de participar do processo decisório no país. Queremos um posicionamento do presidente Lula e da presidente eleita, Dilma Rousseff, sobre o aumento”, explicou Brito.
A manifestação, que reuniu aproximadamente 100 estudantes, atrapalhou o trânsito em frente ao Palácio do Planalto e mobilizou sete viaturas da Polícia Militar. Após o protesto, os estudantes deixaram o local espontaneamente.
Fonte: Agência Brasil
A manifestação começou em frente ao Congresso Nacional e, de acordo com o aluno Lucas Brito, faz parte de uma mobilização estudantil nacional contra o aumento aprovado pelos parlamentares no último dia 15. Além dos salários de deputados e senadores, terão reajuste os de ministros, e do presidente e vice-presidente da República.
“O objetivo não é invadir prédio público, mas reivindicar o direito de participar do processo decisório no país. Queremos um posicionamento do presidente Lula e da presidente eleita, Dilma Rousseff, sobre o aumento”, explicou Brito.
A manifestação, que reuniu aproximadamente 100 estudantes, atrapalhou o trânsito em frente ao Palácio do Planalto e mobilizou sete viaturas da Polícia Militar. Após o protesto, os estudantes deixaram o local espontaneamente.
Fonte: Agência Brasil
Às vésperas da posse de Dilma, 47 autoridades estrangeiras confirmam presença
Brasília – Às vésperas da posse da presidenta eleita, Dilma Rousseff, as autoridades estrangeiras ainda confirmam as presenças nas cerimônias em Brasília, no dia 1º. Até ontem (27), o Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, contabilizava 47 confirmações de autoridades estrangeiras – a maioria de países latino-americanos e africanos. A presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, enviará como seu representante o chanceler Héctor Timerman.
Os presidentes do Uruguai, da Costa Rica, de El Salvador, da Guatemala, da Venezuela, da Bolívia e do Paraguai, entre outros, além da secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, o príncipe das Astúrias Felipe da Espanha e o primeiro-ministro da Coreia do Sul, Chung Un-chan, confirmarão que virão para a solenidade em Brasília. Representantes de países africanos e europeus também já enviaram comunicados.
Os últimos detalhes para as três cerimônias – no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no Itamaraty - estão em fase final. Para a recepção aos convidados, no Itamaraty, será servido um coquetel. O vinho escolhido é da vinícola gaúcha Casa Valduga, que venceu a licitação feita pelo Ministério das Relações Exteriores. A empresa é sediada em Bento Gonçalves, a 120 quilômetros da capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
As solenidades de posse começam às 14h30, do próximo sábado, com um desfile em carro aberto ou fechado – que será a opção em caso de chuva. A presidenta eleita e o vice-presidente eleito, Michel Temer, desfilarão pelas ruas de Brasília. Dilma passará pelo Congresso, o Palácio do Planalto e, por último recepcionará os convidados brasileiros e estrangeiros no Itamaraty. A previsão inicial é que as festas acabem por volta das 21h.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
Os presidentes do Uruguai, da Costa Rica, de El Salvador, da Guatemala, da Venezuela, da Bolívia e do Paraguai, entre outros, além da secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, o príncipe das Astúrias Felipe da Espanha e o primeiro-ministro da Coreia do Sul, Chung Un-chan, confirmarão que virão para a solenidade em Brasília. Representantes de países africanos e europeus também já enviaram comunicados.
Os últimos detalhes para as três cerimônias – no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no Itamaraty - estão em fase final. Para a recepção aos convidados, no Itamaraty, será servido um coquetel. O vinho escolhido é da vinícola gaúcha Casa Valduga, que venceu a licitação feita pelo Ministério das Relações Exteriores. A empresa é sediada em Bento Gonçalves, a 120 quilômetros da capital do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.
As solenidades de posse começam às 14h30, do próximo sábado, com um desfile em carro aberto ou fechado – que será a opção em caso de chuva. A presidenta eleita e o vice-presidente eleito, Michel Temer, desfilarão pelas ruas de Brasília. Dilma passará pelo Congresso, o Palácio do Planalto e, por último recepcionará os convidados brasileiros e estrangeiros no Itamaraty. A previsão inicial é que as festas acabem por volta das 21h.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
Datena é condenado por chamar homossexual de "travecão butinudo"
O jornalista José Luiz Datena foi condenado adminstrativamente pela Secretaria de Justiça de São Paulo no processo que é movido contra ele por "discriminação homofóbica". O órgão decidiu punir o apresentador do "Brasil Urgente" com uma advertência.
O processo contra Datena é movido pela Defensoria Pública, que já informou que vai recorrer da decisão da Secretaria de Justiça e solicitar que o jornalista seja multado em R$ 246 mil.
A disputa judicial entre a defensoria e Datena teve início após o apresentador da Band se referir a um travesti que estava envolvido em uma agressão, e que chegou a empurrar o cinegrafista da emissora, de "travecão butinudo". Porém, o apresentador afirma que não houve discriminação e que simplesmente comentou a briga.
"Não houve discriminação. Falei sobre a agressão e não sobre a opção sexual da pessoa", disse Datena, em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo.
Fonte: Agência Rio
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
O processo contra Datena é movido pela Defensoria Pública, que já informou que vai recorrer da decisão da Secretaria de Justiça e solicitar que o jornalista seja multado em R$ 246 mil.
A disputa judicial entre a defensoria e Datena teve início após o apresentador da Band se referir a um travesti que estava envolvido em uma agressão, e que chegou a empurrar o cinegrafista da emissora, de "travecão butinudo". Porém, o apresentador afirma que não houve discriminação e que simplesmente comentou a briga.
"Não houve discriminação. Falei sobre a agressão e não sobre a opção sexual da pessoa", disse Datena, em entrevista à coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo.
Fonte: Agência Rio
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Divorciado poderá se identificar como solteiro
De acordo com o projeto, a medida não prejudicará direitos, deveres, obrigações e impedimentos decorrentes do casamento dissolvido.
Manoel Junior: divorciados ainda são vítimas de preconceito.Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7897/10, do deputado Manoel Junior (PMDB-PB), que permite às pessoas divorciadas identificar-se como solteiras após a averbação do divórcio. A proposta acrescenta um artigo à Lei do Divórcio (6.515/77) para que as certidões de registro indiquem o estado civil de solteiro, se o interessado assim desejar, sendo proibida qualquer referência a vínculos conjugais anteriores.
Com a proposta, Manoel Junior espera beneficiar pessoas que ainda sofrem preconceito pelo fato de se declararem divorciadas. "Infelizmente, o insucesso no matrimônio ainda é motivo de estigmatização para muitos, como se o fim de uma relação que se imaginava duradoura pudesse indicar algum defeito na personalidade dos envolvidos", afirma o autor.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
PL-7897/2010
Fonte: Agência Câmara
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| Manoel Junior: divorciados ainda são vítimas de preconceito. |
Com a proposta, Manoel Junior espera beneficiar pessoas que ainda sofrem preconceito pelo fato de se declararem divorciadas. "Infelizmente, o insucesso no matrimônio ainda é motivo de estigmatização para muitos, como se o fim de uma relação que se imaginava duradoura pudesse indicar algum defeito na personalidade dos envolvidos", afirma o autor.
Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra da proposta:
PL-7897/2010
Fonte: Agência Câmara
Uspianos festejam Temer na vice-presidência
No auge do regime militar, as posses dos mandarins da República cercavam-se de celebrações em torno de generais, almirantes e brigadeiros. No crepúsculo desse período, quando o Congresso saía vagarosamente de demorada letargia, foi a vez do poder político sobressair. Os artífices da democracia retomaram seu espaço. Com isso, no dizer de Arnaldo Malheiros Filho, veio o Estado de Direito e o país elegeu como guias os seus "professores" de Direito.
Na semana passada, depois que a PUC em peso celebrou a ascensão de um dos seus ao Ministério da Justiça — José Eduardo Martins Cardozo — foi a vez da comunidade uspiana festejar a chegada à vice-presidência da República, por meio de Michel Temer. Foram ao requintado Parigi, em São Paulo, na última segunda-feira (20/12) os desembargadores Carlos Teixeira Leite Filho, o Carlão; e Paulo Alcides Amaral Salles; os advogados Luiz Aranha, Jose Yunes, Felipe Cavalcante, Rui Celso Reale, Eduardo Muylaert, Michel Temer, Américo Lacombe, Eurico Leite, Marcelo Martins de Oliveira, Helio Lobo, Antonio Carlos Mendes, Mathias Coltro, Antonio Corrêa Meyer, sentados Paulo Lucon, Xavier Aquino, Manuel Affonso Alceu Ferreira e Edgard Bueno.
Fonte: Conjur
Lula diz que terá agenda intensa na última semana como presidente
Brasília - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (27) que vai trabalhar de forma intensa esta semana, a última antes de passar o cargo à presidenta eleita Dilma Rousseff. Na agenda, estão previstas viagens a Pernambuco, ao Ceará e à Bahia, além de inaugurações em Brasília. Ele disse que vai trabalhar até o dia 30 e descansar no dia 31, "desligando o motor para esfriar e entregando para Dilma, no dia primeiro o cargo, para ela começar no dia 2 de janeiro a cem [quilômetros] por hora".
Ele afirmou que quebrou "um tabu porque todo mundo dizia que era difícil e complicado governar o Brasil”. “Mas, concluí que não foi nada complicado, até achei gostoso e consegui provar que era possível fazer tudo acontecer e permitir a participação do povo", completou.
Lula pediu ao povo apoio à presidenta eleita Dilma Rousseff, para ela "continuar na consolidação do processo econômico". A mensagem de Lula foi transmitida na última participação dele no programa Café com o Presidente, que foi ao ar 279 vezes nos últimos oito anos. “O país está vivendo uma fase muito importante de crescimento que vai levar à consolidação do processo econômico, para que de cinco a seis anos se tornar a quinta economia mundial."
O presidente lembrou que o país está se preparando para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas, em 2016. Antes disso, Dilma terá em sua agenda de trabalho o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) com obras de interesse de estados e municípios. Segundo ele, a presidenta eleita enfrentará quatro anos de trabalho intenso. "Já foi lançado o programa Minha Casa Minha Vida 2, que vai construir 2 milhões de casas, estão previstas ações de combate à pobreza, instalação de creches, nas áreas de segurança e saúde etc."
Lula agradeceu o apoio que recebeu durante seu mandato e sugeriu que Dilma Rousseff participe do programa Café com o Presidente. "[O programa] tem tido êxito extraordinário. A presidenta tem que usar ao máximo esse espaço" ressaltou. Ao final do programa, o presidente agradeceu o trabalho da equipe que o acompanhou nas gravações e divulgação do Café com o Presidente.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
Ele afirmou que quebrou "um tabu porque todo mundo dizia que era difícil e complicado governar o Brasil”. “Mas, concluí que não foi nada complicado, até achei gostoso e consegui provar que era possível fazer tudo acontecer e permitir a participação do povo", completou.
Lula pediu ao povo apoio à presidenta eleita Dilma Rousseff, para ela "continuar na consolidação do processo econômico". A mensagem de Lula foi transmitida na última participação dele no programa Café com o Presidente, que foi ao ar 279 vezes nos últimos oito anos. “O país está vivendo uma fase muito importante de crescimento que vai levar à consolidação do processo econômico, para que de cinco a seis anos se tornar a quinta economia mundial."
O presidente lembrou que o país está se preparando para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas, em 2016. Antes disso, Dilma terá em sua agenda de trabalho o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) com obras de interesse de estados e municípios. Segundo ele, a presidenta eleita enfrentará quatro anos de trabalho intenso. "Já foi lançado o programa Minha Casa Minha Vida 2, que vai construir 2 milhões de casas, estão previstas ações de combate à pobreza, instalação de creches, nas áreas de segurança e saúde etc."
Lula agradeceu o apoio que recebeu durante seu mandato e sugeriu que Dilma Rousseff participe do programa Café com o Presidente. "[O programa] tem tido êxito extraordinário. A presidenta tem que usar ao máximo esse espaço" ressaltou. Ao final do programa, o presidente agradeceu o trabalho da equipe que o acompanhou nas gravações e divulgação do Café com o Presidente.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
Irã anuncia que usina nuclear de Bushehr entrará em funcionamento em breve
Brasília - O ministro da Energia do Irã, Majid Namju, afirmou que a Usina Nuclear de Bushehr, com capacidade de gerar mil megawatts de eletricidade, vai entrar em funcionamento em breve. Namju não informou precisamente a data. Segundo ele, o governo do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, analisa a construção de outras usinas que gerarão 27,6 mil megawatts em cinco anos.
As informações são da agência oficial de notícias do Irã, a Irna. De acordo com o ministro, a construção de usinas envolve a “cooperação regional e a unidade das nações”, principalmente Irã, Afeganistão e Tajiquistão.
“Com a história, a cultura, a língua, a religião e a tradição dos três países [Irã, Afeganistão e Tajiquistão] há a exigência de uma maior convergência entre eles", disse Namju, em viagem ao Tajiquistão.
O ministro afirmou que as usinas iranianas operam com uma capacidade de 59 mil megawatts e há 24 milhões de usuários de energia. De acordo com ele, as novas usinas vão somar mais de 27,6 mil megawatts para a geração de energia em cinco anos.
O programa de energia nuclear iraniano é alvo de críticas e suspeitas da comunidade internacional. Para alguns países, o governo de Ahmadinejad esconde a produção de bombas atômicas no Irã. Porém, o presidente e outras autoridades negam as acusações. Especialistas internacionais queixam-se que o Irã não autoriza a fiscalização das usinas e daí surgem as suspeitas.
Em decorrência das denúncias de produção secreta de armas nucleares desde junho, o Irã sofre uma série de sanções por parte da Organização das Nações Unidas (ONU) e também de vários países. As sanções atingem principalmente a economia iraniana. O Brasil se posicionou contrariamente às sanções e em favor das negociações com o governo Ahmadinejad.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
As informações são da agência oficial de notícias do Irã, a Irna. De acordo com o ministro, a construção de usinas envolve a “cooperação regional e a unidade das nações”, principalmente Irã, Afeganistão e Tajiquistão.
“Com a história, a cultura, a língua, a religião e a tradição dos três países [Irã, Afeganistão e Tajiquistão] há a exigência de uma maior convergência entre eles", disse Namju, em viagem ao Tajiquistão.
O ministro afirmou que as usinas iranianas operam com uma capacidade de 59 mil megawatts e há 24 milhões de usuários de energia. De acordo com ele, as novas usinas vão somar mais de 27,6 mil megawatts para a geração de energia em cinco anos.
O programa de energia nuclear iraniano é alvo de críticas e suspeitas da comunidade internacional. Para alguns países, o governo de Ahmadinejad esconde a produção de bombas atômicas no Irã. Porém, o presidente e outras autoridades negam as acusações. Especialistas internacionais queixam-se que o Irã não autoriza a fiscalização das usinas e daí surgem as suspeitas.
Em decorrência das denúncias de produção secreta de armas nucleares desde junho, o Irã sofre uma série de sanções por parte da Organização das Nações Unidas (ONU) e também de vários países. As sanções atingem principalmente a economia iraniana. O Brasil se posicionou contrariamente às sanções e em favor das negociações com o governo Ahmadinejad.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
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domingo, 26 de dezembro de 2010
Alencar está bem e se alimenta normalmente, diz médico
O vice-presidente da República, José Alencar, está bem e se alimentando normalmente, segundo o cirurgião Raul Cutait, um dos médicos da equipe responsável pelo seu tratamento. Ao deixar o Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista, Cutait disse que neste domingo (26) o vice não recebeu transfusão de sangue nem fez hemodiálise – filtragem artificial do sangue.
Internado com hemorragia intestinal, Alencar foi submetido a uma cirurgia de emergência na última quarta-feira (22). Foi a 17ª intervenção cirúrgica em cerca de 13 anos de luta contra o câncer. O procedimento não conseguiu, entretanto, conter o sangramento. O problema só foi controlado neste sábado (25), com o auxílio de medicamentos.
No começo da tarde, o vice-presidente recebeu a visita do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Na ocasião, ele reiterou a vontade de estar presente na posse da presidenta eleita, Dilma Rousseff. De acordo com a equipe médica, a presença de Alencar na cerimônia vai depender da evolução do quadro clínico nos próximos dias.
Fonte: Agência Rio
Internado com hemorragia intestinal, Alencar foi submetido a uma cirurgia de emergência na última quarta-feira (22). Foi a 17ª intervenção cirúrgica em cerca de 13 anos de luta contra o câncer. O procedimento não conseguiu, entretanto, conter o sangramento. O problema só foi controlado neste sábado (25), com o auxílio de medicamentos.
No começo da tarde, o vice-presidente recebeu a visita do ministro da Fazenda, Guido Mantega. Na ocasião, ele reiterou a vontade de estar presente na posse da presidenta eleita, Dilma Rousseff. De acordo com a equipe médica, a presença de Alencar na cerimônia vai depender da evolução do quadro clínico nos próximos dias.
Fonte: Agência Rio
Setor de tecnologia da informação deve fechar o ano com crescimento de 10%, segundo sindicato
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| Benito Paret |
Paret lembrou que o crescimento da área de TI tem sido sempre superior à evolução do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país. Como a expectativa este ano é de aumento do PIB acima de 7%, “10% de crescimento para o setor não é nada absurdo.”
O presidente do Seprorj acredita que o governo Dilma Rousseff será capaz de gerar uma nova política industrial, mais voltada ao desenvolvimento da indústria nacional inovadora. “A perspectiva para o próximo governo é a de criação de uma indústria nacional de peso. Esse é o nosso desejo.”
O setor de TI reivindica a reformulação da lei de informática, conhecida como lei do software, que dá incentivos fiscais para a indústria, suprimindo o pagamento do Imposto sobre Produto Industrializado (IPI), em troca de um investimento de 5% em pesquisa e desenvolvimento. Segundo Paret, na prática, a lei se refere mais a equipamentos do que a programas de computador.
“O software precisa ser mais beneficiado. E esses investimentos têm sido comprovados como intramuros, ou seja, as próprias empresas colocam o seu desenvolvimento em cima das suas necessidades, e não dos projetos estratégicos do país. Então, eu acho que a reformulação da lei de informática é algo fundamental”, afirmou Paret.
Outro pleito é a definição de uma política de formação de recursos humanos associada, eventualmente, a algum tipo de desoneração da folha de pagamento. Citou, como exemplo, a possibilidade de abatimento, na contribuição previdenciária, dos investimentos em formação e capacitação dos empregados das empresas.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
Produtores orgânicos têm até o fim do ano para se adaptarem à nova legislação
Brasília - Termina no dia 31 de dezembro o prazo para adaptação dos agricultores de orgânicos às regras estipuladas pelo Ministério da Agricultura para o setor. O período para que toda a cadeia produtiva, incluindo transportadoras e supermercados, se adequasse à nova regulamentação foi prorrogado por um ano, no final de 2010, para que produtores de regiões distantes tivessem tempo suficiente para compreender as novas regras.
De acordo com a legislação, há três formas de garantia da qualidade dos alimentos orgânicos comercializados: a certificação por meio das certificadoras credenciadas; as associações de produtores que fazem auditoria, fiscalizam e certificam os produtos, chamadas de sistema participativo de garantia; e o controle social para os agricultores familiares que vendem por conta própria e obtêm uma autorização para fazer feiras e entregas em domicílio, se cadastrando no site do ministério (http://www.agricultura.gov.br/).
Na produção orgânica, não podem ser usados agrotóxicos, adubos químicos e sementes transgênicas, e os animais devem ser criados sem uso de hormônios de crescimento e outras drogas, como antibióticos. Além de produzir alimentos considerados mais saudáveis, na agricultura orgânica o solo se mantém fértil e sem risco de contaminação. Os agricultores também ficam menos expostos, já que a aplicação de agrotóxicos, sem os devidos cuidados, é nociva à saúde.
O Ministério da Agricultura explica que o agricultor que seguir as novas regras obterá o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica, que o consumidor verá ao comprar esses alimentos, tendo a segurança de que eles foram fiscalizados e aprovados. Além disso, a nova regulamentação, com um cadastro nacional de produtores orgânicos, trará dados oficiais que poderão facilitar a aplicação de políticas públicas específicas.
O chefe da Divisão de Controle de Qualidade Orgânica do Ministério da Agricultura, Roberto Mattar, ressalta que os interessados em solicitar a regularização podem acessar informações sobre legislação, cartilhas educativas, formulários para cadastros e credenciamento no site do ministério e nas suas representações estaduais.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Imagem: Google
De acordo com a legislação, há três formas de garantia da qualidade dos alimentos orgânicos comercializados: a certificação por meio das certificadoras credenciadas; as associações de produtores que fazem auditoria, fiscalizam e certificam os produtos, chamadas de sistema participativo de garantia; e o controle social para os agricultores familiares que vendem por conta própria e obtêm uma autorização para fazer feiras e entregas em domicílio, se cadastrando no site do ministério (http://www.agricultura.gov.br/).
Na produção orgânica, não podem ser usados agrotóxicos, adubos químicos e sementes transgênicas, e os animais devem ser criados sem uso de hormônios de crescimento e outras drogas, como antibióticos. Além de produzir alimentos considerados mais saudáveis, na agricultura orgânica o solo se mantém fértil e sem risco de contaminação. Os agricultores também ficam menos expostos, já que a aplicação de agrotóxicos, sem os devidos cuidados, é nociva à saúde.
O Ministério da Agricultura explica que o agricultor que seguir as novas regras obterá o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica, que o consumidor verá ao comprar esses alimentos, tendo a segurança de que eles foram fiscalizados e aprovados. Além disso, a nova regulamentação, com um cadastro nacional de produtores orgânicos, trará dados oficiais que poderão facilitar a aplicação de políticas públicas específicas.
O chefe da Divisão de Controle de Qualidade Orgânica do Ministério da Agricultura, Roberto Mattar, ressalta que os interessados em solicitar a regularização podem acessar informações sobre legislação, cartilhas educativas, formulários para cadastros e credenciamento no site do ministério e nas suas representações estaduais.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
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Infraero registra atrasos em 12,5% dos voos
Brasília – Dos 746 voos domésticos programados até as 11 horas, 93 (12,5%) atrasaram mais de meia hora e 34 (4,6%) foram cancelados, conforme último boletim divulgado pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) na manhã de hoje (26).
No aeroporto de Brasília, dos 48 voos programados de meia-noite às 11 horas, oito atrasaram mais de 30 minutos e nenhum foi cancelado. Em Guarulhos (SP), os atrasos afetaram 13 dos 89 voos programados. Em Congonhas (SP), quatro voos saíram atrasados de um total de 48. No Galeão (RJ), dos 46 voos programados, sete registraram atrasos e cinco foram cancelados.
Dos 61 voos internacionais, sete atrasaram mais de 30 minutos e quatro foram cancelados.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
Foto: Google
No aeroporto de Brasília, dos 48 voos programados de meia-noite às 11 horas, oito atrasaram mais de 30 minutos e nenhum foi cancelado. Em Guarulhos (SP), os atrasos afetaram 13 dos 89 voos programados. Em Congonhas (SP), quatro voos saíram atrasados de um total de 48. No Galeão (RJ), dos 46 voos programados, sete registraram atrasos e cinco foram cancelados.
Dos 61 voos internacionais, sete atrasaram mais de 30 minutos e quatro foram cancelados.
Fonte: Agência Brasil
Edição: Antônio Ribeiro
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